quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Visita de Estudo por Lisboa Pombalina


Depois da apresentação sobre Lisboa Pombalina e o Terramoto de 1755 feita pelo Arquivo Municipal de Lisboa na nossa Biblioteca, O 6ºB foi fazer uma visita de estudo com a Professora Maria do Castelo Fernandes no âmbito da disciplina de História e registou as suas impressões para nos fazer acompanhar nesse passeio!


Do Marquês de Pombal à Praça do Comércio





- Gostámos muito. Foi muito bom! – dissemos em conjunto, em uníssono, como diz a Professora.
- Nunca tínhamos reparado na estátua do Marquês de Pombal ! – exclamou pensativa a Thaynara.
- Afinal, está lá tudo o que temos estudado na aula. – acrescentou o Rodrigo.
- O leão simboliza a força, a determinação e a própria realeza. O Marquês de Pombal foi mais rei do que o próprio rei. – opinou a Monike.
- Claro, governou o reino de forma absoluta, despótica, isto é, concentrando em si todos os poderes mas iluminado pela Razão. – explicou o Gabriel.
- Fiquei espantado com a Reforma da Educação: escolas primárias, ensino técnico, Aula do Comércio, Colégio dos Nobres, Faculdade de Matemática, Laboratórios …foi realmente inspirado por Minerva. – adiantou o Yuri.
- Por isso lá está a deusa Minerva, sentada e virada para o Parque Eduardo VII, deusa da Ciência, da Indústria e das Artes. – lembrou o Mico.
Mas houve quem ficasse impressionado com as esculturas que rodeiam a estátua.
- E o Gigante Adamastor que nos faz pensar no Polifemo de Ulisses que estamos a ler na aula de Português e que representa as ondas ”alterosas” do maremoto de 1755, é mesmo grandioso. – referiu a Francisca e continuou:
- Eu estive a pesquisar e digo-vos que não foi só Luís de Camões que fala do Adamastor, mas também Bocage. Deixem-me ler o poema!
Em geral, a turma concordou que a leitura ficaria para mais tarde porque ainda muitos colegas queriam falar da estátua do Marquês.
- Não sabia que os barcos eram puxados por cavalos! – disse admirada a Marta Carvalho.
- Olha, eu reparei nos pescadores, nos mercadores e nos artífices a trabalhar o barro e o vidro, porque o Marquês se preocupou em desenvolver a indústria. – comentou, serenamente, a Marta Ferreira.
- Eu gostei mais dos camponeses, a mulher conduzindo uma junta de bois, um homem a segurar a charrua, outro a carregar um cesto de uvas, uns a semear, outros a colher… - interveio a Joana.
- Lá está a Companhia Geral da Agricultura dos Vinhos do Alto Douro! – recordou o Diogo.
- Vinho do Porto, é mais chique que Whisky! – ria a Bruna Alexandra, imitando a Professora.
- E os medalhões! O nosso Engº Manuel da Maia e o Arqtº Eugénio dos Santos que elaboraram o plano de reconstrução de Lisboa após o terramoto, o maremoto… assinalou o Mário.
A Tânia interrompeu e acrescentou:
-E o incêndio.
A Catarina resolveu dar um ar da sua graça e retorquiu:
- Estes já conhecíamos da acção de formação dada pela Ana e pela Vitória do KIVO, quando construímos as casas pombalinas.
- Lembram-se das casas pombalinas na Praça da Figueira e na Rua Augusta! – exclamou entusiasmada a Bruna Vinagre.
- Eu lembro-me é da placa, no chão da Rua Augusta, em defesa dos direitos humanos. – disse suavemente a Tânia.
- Não podemos esquecer os estrangeirados que estão nos medalhões. – referiu a Susana, Luís António Verney e António Ribeiro Sanches.
- É inacreditável! – entusiasmou-se a Ana Margarida, O Ribeiro Sanches foi médica da Catarina, czarina da Rússia, e de Frederico, Grande, da Prússia. Os portugueses são mesmo bons!
- Onde fica a Prússia? – perguntou o Rogério.
- Vai pesquisar –aconselhou o Rui.

Um comentário:

  1. Olá, eu sou a Marta Ferreira do 6ºB, gostei muito da visita de estudo e o texto está muito criativo principalmente a fotografia.a visita de estudo foi muito interessante e ajudou-nos a perceber bem a matéria que estava-mos a estudar.

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