quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Cinco pisos... CINCO AUTORES



imagens de Google Images


PARTICIPA NO BLOGUE COM UM TRABALHO SOBRE ESTES AUTORES!


Florbela, Maria Helena, Sophia, Fernado, Luís… todos eles foram crianças um dia…

Depois o nome cresceu com eles… e com a sua obra:

Florbela Espanca, Maria Helena Vieira da Silva, Sophia de Mello Breyner Andresen, Fernando Pessoa, Luís Vaz de Camões.

Quatro escritores, uma pintora…
A nossa Escola quis homenageá-los dando o seu nome aos pisos.


A Biblioteca lança agora um desafio aos seus leitores: realizarem trabalhos sobre estes autores! História, poema, entrevista imaginária…
Os melhores trabalhos serão publicados no Blogue.
Entrega na BE o teu, ou o vosso trabalho (se o fizeres com outros colegas), até ao final do 2º Período!

Perguntar é Saber



A Minha Primeira História de Portugal, História Júnior de Portugal, História de Portugal…Estes são livros de História que te falam da História de Portugal: a História do país onde nasceste, ou vives.
Portugal nasceu no século XII, há quase 900 anos, e por aqui já antes tinham passado muito povos…
Como podemos saber quem somos sem conhecer a nossa História?


Há livros de História e livros de histórias da História…


Em Reis e Rainhas de Portugal, a sua autora, Lurdes Marcelo, que um dia também foi professora na Escola Manuel da Maia, diz-nos:


Todo o contador de histórias conta as histórias de que gosta...[...]
Todos os períodos da vida humana têm vantagens e desvantagens. [..]
Viajar no tempo, em Português, desde D. Afonso Henriques até aos nossos dias, já é uma bela aventura. O percurso é fascinante porque poucos povos têm uma História tão longa e variada como a de Portugal.
Conhecer tempos passados, com uma vida tão diferente da actual, permite-nos imaginar a chegada de um marinheiro a desembarcar de uma nau com um papagaio ao ombro a dizer “bom-dia”, em Português, a quem estava no cais! Ou o espanto de ver surgir não só uma ave falante, mas um rinoceronte, um elefante, seres nunca vistos na Europa e que davam azo às mais fabulosas histórias. [..]
Tanta História por contar. [..]
Perguntar é saber. Quem foi o Rei que disse: “Se o Povo é rico, também o Rei é rico!”?
Disse-o em Português. Nesta língua que se espalhou pelos cinco continentes, que é falada por mais de duzentos milhões de pessoas, que se ligou à História de vários povos que a fizeram sua e a amam tanto quanto nós a amamos.
Nessa língua se conta esta história que começa assim:
Era uma vez um Príncipe que…
É só virar a página e ler.

Visita de Estudo por Lisboa Pombalina


Depois da apresentação sobre Lisboa Pombalina e o Terramoto de 1755 feita pelo Arquivo Municipal de Lisboa na nossa Biblioteca, O 6ºB foi fazer uma visita de estudo com a Professora Maria do Castelo Fernandes no âmbito da disciplina de História e registou as suas impressões para nos fazer acompanhar nesse passeio!


Do Marquês de Pombal à Praça do Comércio





- Gostámos muito. Foi muito bom! – dissemos em conjunto, em uníssono, como diz a Professora.
- Nunca tínhamos reparado na estátua do Marquês de Pombal ! – exclamou pensativa a Thaynara.
- Afinal, está lá tudo o que temos estudado na aula. – acrescentou o Rodrigo.
- O leão simboliza a força, a determinação e a própria realeza. O Marquês de Pombal foi mais rei do que o próprio rei. – opinou a Monike.
- Claro, governou o reino de forma absoluta, despótica, isto é, concentrando em si todos os poderes mas iluminado pela Razão. – explicou o Gabriel.
- Fiquei espantado com a Reforma da Educação: escolas primárias, ensino técnico, Aula do Comércio, Colégio dos Nobres, Faculdade de Matemática, Laboratórios …foi realmente inspirado por Minerva. – adiantou o Yuri.
- Por isso lá está a deusa Minerva, sentada e virada para o Parque Eduardo VII, deusa da Ciência, da Indústria e das Artes. – lembrou o Mico.
Mas houve quem ficasse impressionado com as esculturas que rodeiam a estátua.
- E o Gigante Adamastor que nos faz pensar no Polifemo de Ulisses que estamos a ler na aula de Português e que representa as ondas ”alterosas” do maremoto de 1755, é mesmo grandioso. – referiu a Francisca e continuou:
- Eu estive a pesquisar e digo-vos que não foi só Luís de Camões que fala do Adamastor, mas também Bocage. Deixem-me ler o poema!
Em geral, a turma concordou que a leitura ficaria para mais tarde porque ainda muitos colegas queriam falar da estátua do Marquês.
- Não sabia que os barcos eram puxados por cavalos! – disse admirada a Marta Carvalho.
- Olha, eu reparei nos pescadores, nos mercadores e nos artífices a trabalhar o barro e o vidro, porque o Marquês se preocupou em desenvolver a indústria. – comentou, serenamente, a Marta Ferreira.
- Eu gostei mais dos camponeses, a mulher conduzindo uma junta de bois, um homem a segurar a charrua, outro a carregar um cesto de uvas, uns a semear, outros a colher… - interveio a Joana.
- Lá está a Companhia Geral da Agricultura dos Vinhos do Alto Douro! – recordou o Diogo.
- Vinho do Porto, é mais chique que Whisky! – ria a Bruna Alexandra, imitando a Professora.
- E os medalhões! O nosso Engº Manuel da Maia e o Arqtº Eugénio dos Santos que elaboraram o plano de reconstrução de Lisboa após o terramoto, o maremoto… assinalou o Mário.
A Tânia interrompeu e acrescentou:
-E o incêndio.
A Catarina resolveu dar um ar da sua graça e retorquiu:
- Estes já conhecíamos da acção de formação dada pela Ana e pela Vitória do KIVO, quando construímos as casas pombalinas.
- Lembram-se das casas pombalinas na Praça da Figueira e na Rua Augusta! – exclamou entusiasmada a Bruna Vinagre.
- Eu lembro-me é da placa, no chão da Rua Augusta, em defesa dos direitos humanos. – disse suavemente a Tânia.
- Não podemos esquecer os estrangeirados que estão nos medalhões. – referiu a Susana, Luís António Verney e António Ribeiro Sanches.
- É inacreditável! – entusiasmou-se a Ana Margarida, O Ribeiro Sanches foi médica da Catarina, czarina da Rússia, e de Frederico, Grande, da Prússia. Os portugueses são mesmo bons!
- Onde fica a Prússia? – perguntou o Rogério.
- Vai pesquisar –aconselhou o Rui.