quinta-feira, 29 de abril de 2010

LER... é um Prazer



Acho a televisão muito educativa. Todas as vezes que alguém liga o aparelho, vou para outra sala e leio um livro.

Groucho Marx (actor, Nova Iorque, EUA -1899, Genebra, Suíça - 1986)
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terça-feira, 27 de abril de 2010

Roda de Abril - Escola Fernanda de Castro











Era uma vez um cravo
nascido no mês de Abril
para enfeitar a tarde
de uma festa infantil.

Roda de Abril... na Praça 31 da Armada
Uma roda...
Em roda jogamos, em roda comemos... em roda nos juntamos para falar, para partilhar, para celebrar...
Em roda, para comemorar Abril e o Dia da Liberdade, as quatro turmas da Escola Fernanda de Castro e os seus professores deram voz a Era uma vez um cravo..., de José Jorge Letria.
Todos participaram. Cada um tinha uma quadra a dizer.
A D. Genoveva, neste caso uma funcionária da Junta de Freguesia, vestida a preceito, oferecia cravos.
A assistência aplaudia.
Com uma feirinha por fundo, animada pela Junta dos Prazeres, iniciou-se outro convívio com os livros: trocaram-se brinquedos e objectos trazidos de casa por livros expostos em banca própria.
Alunos, professores, assistentes operacionais, Junta... todos unidos na mesma festa e no mesmo propósito de celebrar Abril e a Leitura.


sexta-feira, 23 de abril de 2010

Dia Mundial do Livro - 23 de Abril


Quando Lúcia Pelãez era pequena, leu um romance escondido. Leu aos pedaços, noite após noite, ocultando o livro debaixo do travesseiro. Lúcia tinha roubado o romance da biblioteca de cedro onde o seu tio guardava os seus livros preferidos. Muito caminhou Lúcia, enquanto se passavam os anos. Na busca de fantasmas caminhou pelos rochedos sobre o rio Antióquia. E na busca de gentes caminhou pelas ruas das cidades violentas. Muito caminhou Lúcia, e ao longo do seu caminhar ia sempre acompanhada pelos ecos daquelas vozes distantes que ela tinha escutado com os seus olhos, na infância.
Lúcia não tornou a ler aquele livro. Não o reconheceria mais. O livro cresceu tanto dentro dela que agora é outro, agora é dela.
Eduardo Galena, Montivideu, Uruguay, 1940-, O Livro dos Abraços

Poesia...de Abril



E, no entanto,
no princípio, todos ouvíamos uma Voz
a dizer-nos que a nossa Terra
poderia tornar-se num pomar
de misteriosos pomos.

E nós,
todos nós, chegámos a pensar
que éramos maiores do que somos.

José Gomes Ferreira, A Poesia Continua, 1981
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Encontro com...



Encontro com a escritora Luísa Castel-Branco... na Escola Fernanda de Castro

No dia 21 de Abril, às 11horas, esteve presente na nossa escola a escritora Luísa Castel-Branco para fazer o lançamento do seu novo livro.
A escritora contou a história Nini e a sua amiga Bolota aos alunos das quatro turmas e aos meninos do Jardim de Infância da Tapada das Necessidades.
Depois da sessão da leitura, a escritora e a ilustradora, Carla Nazareth, deram autógrafos.
Estiveram presentes neste evento a Junta de Freguesia dos Prazeres, a Direcção do Agrupamento da Escola Manuel da Maia, a Professora da Biblioteca, e os orgãos de Comunicação Social.
Foi muito interessante assistir a esta actividade!

Texto colectivo dos alunos do 2º Ano da Escola Fernanda de Castro

Dia Mundial do Livro


Os Livros são Casas Livres...

Os livros são casas livres
como a nossa liberdade,
seja na areia da praia
ou na biblioteca da cidade

porque sempre que se abrem
dizem o muito que sabem,
só para nos dar felicidade.
José Jorge Letria
Ler, Doce Ler, 2004



23 de Abril - Dia Mundial do Livro


Dia 23 de Abril, Dia Mundial do Livro

A data escolhida para o Dia Mundial do Livro é uma data simbólica para a literatura, já que, segundo os vários calendários, neste dia desapareceram escritores como Cervantes e Shakespeare.
A ideia da comemoração do “Dia Mundial do Livro” teve origem na Catalunha, a 23 de Abril, dia de São Jorge, data em que é oferecida uma rosa a quem comprar um livro.
Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do Mundo.
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quinta-feira, 22 de abril de 2010

Poesia...de Abril



Às vezes sentia passar o vento
e pedia apenas uma pátria
uma pátria pequena e limpa
como a palma da mão.
Isso pedia
como se tivesse sede.
Eugénio de Andrade, Memória doutro rio, 1977









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O Kivo veio à escola... falar do 25 de Abril



O 25 de Abril... contado às crianças

“Antes do 25 de Abril os rapazes cresciam, tinham de ir para a tropa e matar…”

“Os rapazes e as raparigas tinham de andar em escolas diferentes…”

“As pessoas não podiam falar livremente…”

“Era preciso mudar as coisas!”

Todos querem participar, todos sabem que houve um antes e um depois do 25 de Abril de 1974.

O Kivo regressou à nossa Biblioteca, desta vez para falar do 25 de Abril às turmas do 2ºB e 2ºD da Escola de St. Condestável que vieram acompanhadas dos seus professores.


quarta-feira, 21 de abril de 2010

Primeiras leituras... no Jardim de Infância

As primeiras leituras que fiz foi pela voz de…

Príncipes e princesas, bruxas, fadas e dragões, coelhinhos e outros animais falantes… histórias de encantar!

Crianças do Jardim de Infância de Vale de Alcântara ouvem uma história visual contada pela animadora sócio-cultural Isabel Afonso.

Fichas de leitura

terça-feira, 20 de abril de 2010

Biografias de Mulheres Famosas


A MULHER NO MUNDO

Mulheres de palavra e mulheres de acção, grandes governantes, génios criativos, dirigentes modernas, mulheres de armas no sentido literal e não só...
Escritoras, aviadoras e astronautas, enfermeiras e cientistas, escritoras, pintoras e músicas, foras-da-lei e aventureiras...
Quem foi Anne Frank cujo diário é um dos livros mais traduzidos no mundo? E Marie Curie que descobriu? No palco porque se fala de Sarah Bernhardt? Porque foi tão amada Maria Callas? Porque se notabilizaram Joana d'Arc e Valentina Teréchkova? Quem seria Clyde sem Bonnie? Porque acompanhamos as notícias quando ouvimos falar de Aung San Suu Kyi?

Carolina Beatriz Ângelo



A Primeira Portuguesa a Votar...


Carolina Beatriz Ângelo, portuguesa. Licenciada em medicina. A primeira cirurgiã portuguesa. A primeira portuguesa a votar.
À época só os cidadãos portugueses com mais de 21 anos, que soubessem ler e escrever e fossem chefes de família, podiam votar.
Carolina Beatriz Ângelo era viúva e tinha uma filha a cargo. Era "chefe de família" (figura que deixou de existir legalmente nos dias de hoje), mas a Lei não previa que um chefe de família fosse uma mulher. No entanto, o tribunal que lhe reconheceu esse direito entendia que esta forma gramatical (cidadãos portugueses) abrangia as mulheres e deste modo, deferiu a pretensão de Carolina Beatriz Ângelo, que votou nas eleições para a Assembleia Constituinte em 1911.
Foi assim que cerca de 60 anos antes da consagração do sufrágio universal, Carolina Beatriz Ângelo foi a primeira mulher portuguesa e das primeiras europeias a votar.
Como consequência do seu "arrojo", que mais não era que a reivindicação de um direito legítimo, em 1912, a lei foi alterada, especificando o sexo do chefe de família.
O voto é a democracia por excelência, é o nosso direito inalienável de decidir, de escolher e de sermos todas e todos, cidadãos. Não podemos esquecer os esforços de quem lutou por este direito.
in http://renaseveados.weblog.com.pt (adaptado)

O livro...


O livro é uma das possibilidades de felicidade de que dispomos.
Jorge Luís Borges (Buenos Aires, Argentina-1819, Genebra, Suíça- 1986)



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